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Pão sem glúten, sem ovo e sem leite







Coisa triste quando a gente está experimentando e INVENTANDO novas receitas e não é falimiarizada com os ingredientes, não é? Mas eu chego lá! Este pão REALMENTE ficou saboroso...PORÉM, eu não sabia como a massa ia se comportar - por não conhecer as misturas sem glúten - e dividi-a em 2 formas de pão. Não precisava! Não cresceu muito! Podia ter colocado em uma forma só...então, ele ficou baixinho!

MAS ficou saboroso, cheiroso e crocante! Vou fazer de novo sim!
Quer a receita? Aí vai ela!

Você vai precisar de:

3 1/3 xícaras de farinha de aveia (COMPRE SEM GLÚTEN) - ela DEVERIA SER, POR NATUREZA SEM GLÚTEN, mas CONTAMINA-SE nos moinhos, pois  é armazenada onde antes tinha o trigo!!!
1 colheres de sopa de fermento granulado para pão
1 1/2 xícaras de água morna 
1/2 xícara de azeite 
1/2 xícara de melado
1/2 xícara de amido de milho 
1/2 xícara de farinha de arroz  
2 colheres de chá farinha de linhaça (linhaça moída na hora) 
1 pitada de sal 

1/2 colher de chá de canela 

Faça Assim:

Unte e enfarinhe COM FARINHA DE ARROZ uma forma de pão.
Num bowl, misture o fermento e  a água e deixar repousar durante 10 minutos. Enquanto isso, em outra tigela, misture todo o resto.
Passado o tempo de descanso do fermento, misture-o à massa e mexa bem com uma colher de pau. 
Coloque na forma e leve para descansar de novo por 30 minutos dentro do microondas. 
Retire e leve assar por mais ou menos 30-40 minutos em forno PRÉ AQUECIDO a 180ºC.


Por hoje é só, amigos!
Um beijo...e um queijo!

Leite de Castanhas do Brasil


Cada vez mais me aproximando da dieta vegetariana...um passinho por vez! Tenho feito descobertas incríveis!!!! Tenho feito incursões pelo mundo das comidas integrais, orgânicas, sem glútem, sem lactose...tenho aprendido, errado, me informado, feito experiências! Uma das mais legais que eu encontrei foi fazer os leites vegetais! Nossa...uma delícia! E podemos fazer tudo com eles! 

Seus sabores também podem ser bem variados: CASTANHAS, AMÊNDOAS, QUINUA, CASTANHA DE CAJÚ, LINHAÇA, ARROZ INTEGRAL, AMENDOINS, NOZES, SEMENTE DE ABÓBORA, SOJA, AVEIA, GERGELIM, GIRASSOL! 

Ainda, podem ser uma opção alimentar para quem quer diminuir o consumo de leite animal ou mesmo retirá-lo do cardápio diário. E ao adotar novos leites em sua vida, você não vai sofrer por falta de nutrientes e ainda poderá ganhar em fibras, minerais e saúde.

Pesquisando, descobri que as castanhas-do-pará são chamadas de  "pílulas da felicidade". Cada uma possui 60 mcg de selênio, um importante antioxidante que varre as impurezas das células. Contám ainda vitaminas E e B1, que exercem papel importante no metabolismo das proteínas e na geração de energia. É um dos leites mais saborosos...como diz na Revista dos Vegetarianos, "é como tomar leite vindo direto da castanheira"!

Os leites vegetais podem ser usados para tudo, no lugar do leite animal. O resíduo, isto é, o que sobra das sementes, pode ser usado para incrementar bolos, sopas, mingaus, em massas de liquidificador para tortas salgadas, assados, na confecção de pães e tortas e vitaminas. Os leites vegetais não aguentam temperaturas altas. Conserve-os em geladeira e se precisar aquecer, não deixe ferver, pois podem talhar. O uso da canela é indicado quando o leite for aquecido.

Para fazê-lo você vai precisar de:

1 xíc. de chá cheia de castanhas do Brasil
4 xícaras de chá de água filtrada + um pouco para deixar as castanhas de molho.
1 pano limpo de prato (ou tecido de fralda)

Faça Assim:

Lave as castanhas e coloque-as em um pote com água até ficarem submersas. Tampe o pote e deixe de molho por 8 horas no mínimo.

Passado o tempo de molho, coe as castanhas DESCARTANDO a água do molho e lavando-as bem. Coloque-as no liquidificados com as 4 xíc. de água. Bata bastante, até desmanchar tudo. 
Numa tigela, coloque o pano e vire a mistura sobre o mesmo. Junte as pontas do pano e esprema-o bem, até sair todo o leite. Separe o resíduo para ser usado em outras preparações e volte a coar mais uma vez.
ESTÁ PRONTO. Guarde o seu leite na geladeira em um recipiente fechado por até 3 dias.
Bom proveito!

Informações retiradas e adaptadas DAQUI. Se quiser saber mais, acesse o link.

Por hoje é só, amigos!
Um beijo...e um queijo.

Bolo de Coco de Liquidificador e a busca pela Excelência Alimentar









Eu adoro fazer coisas delicious para a minha família e trazer para vocês...porém ultimamente, ando em uma vibe um pouco diferente...estou muito interessada e pesquisando a comida VEGETARIANA e também as preparações FUNCIONAIS! Pesquisando sim, porque quero trazer para este blog além das receitas, a fundamentação!!! Bem...porquê devemos mudar a alimentação; como fazer isso; como fazer uso dos alimentos funcionais; como por exemplo: você sabe para que serve a GOMA XANTANA que é usada nas preparações de bolos, pães e outras coisitchas??? Pois é...não só fazer, como ensinar a usar!!!

Tudo isso para que eu, a minha família e você vivamos mais e com melhor qualidade no que se refere à alimentação! Você lembra da máxima: "você é o que você come?" Pois eu acredito muito nisso!

Em dezembro participarei de um curso de CULINÁRIA FUNCIONAL com a chef funcional LIDIANE BARBOSA, e espero aprender bastante coisa, para poder trazer para vocês...AFINAL, DE QUE SERVE O CONHECIMENTO SE NÃO PODEMOS PARTILHÁ-LO???

Por isso é que tenho vindo pouco por aqui...porém, não vou deixar o blog no esquecimento, não...apenas estou TALVEZ, reformulando o modo de ver a alimentação ( como já devem ter percebido através de vários textos anteriores a este!!!).

Para hoje, trago este bolinho delicioso, não muito doce, feito com farinha de trigo normal e integral (50/50) e óleo de coco...ficou bárbaro! Ótima pedida para o lanche da tarde com um chá ou um cafezinho! Receita adaptada DAQUI.

Você vai precisar de:

4 ovos grandes 
1 lata de leite condensado
100 gramas de coco ralado
2 col. de sopa cheias de óleo de coco
1 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de sal
1 xícara de farinha de trigo cheia ( 1/2 de normal e 1/2 de integral)

Faça Assim:

Unte e enfarinhe uma  forma pequena de furo no meio. Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Bata no liqüidificador os ovos, o leite condensado, o óleo, e o coco ralado. Num bowl, peneire a farinha, o fermento e o sal. Misture com uma colher. Despeje a mistura do liqüidificador na de farinha e mexa só até misturar. Não bata, para não ativar o glúten. Coloque na forma e leve para assar por +/- 35 minutos. Desenforme depois de frio.

PS: Reparou na toalhinha de patchwork embaixo do bolo? Terminei hoje!!! Ficou um mimo!!!

Por enquanto é só, pessoal! 
Um beijo...e um queijo!

Strogonoff




Versão com milho se SEM champignons


Adolescentes na aula de culinária - fizeram, comeram e limparam tudo!!! ;)



Versão sem milho e com gengibre e champignons


Crianças, adultos...adoram Strogonoff...prato fácil, rápido e muito nutritivo! Vamos ver uma receita  "que todo mundo sabe fazer"  BUT... tenho certeza que por aí, neste mundão de Deus, há de haver  alguém que não sabe nada sobre Strogonoff (ou Stroganov, ou ainda Estrogonofe) e sobre como se faz o dito! Então...é para ESSAS PESSOAS que eu posto aqui!

*Postagem publicada no meu outro blog "MISS BEBELLA" e transferida para cá ( o outro será desativado em breve!)


HISTÓRIA DO STROGONOFF (para quem gosta, senão pula já para a receita abaixo, ok???)

O Strogonoff é um prato de origem russa; na verdade, chamava-se Stroganov.
Tudo começou no século XVI por meio da alimentação dos soldados russos, os quais comiam rações de carne cortadas em barris com sal grosso e aguardente para preservar o alimento. Por meio de um cozinheiro do Czar russo Pedro, o Grande, a comida foi melhorada e refinada. O general que protegia o cozinheiro se chamava Strogonov; daí surgiu a idéia de dar tal nome ao prato.Posteriormente, com a Revolução de 1917 e a imigração dos russos para a Europa, a receita chegou à França, onde foi refinada mais ainda, chegando à forma que conhecemos atualmente. O sucesso do Strogonoff é tão grande, que junto com a lasanha e o filé à parmegiana, é atualmente um dos dez pratos mais vendidos no mundo.

ESTROGONOFE - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O estrogonofe é bastante popular no Brasil, onde tem muitas variações como o uso de carne de frango, com camarões. A principal característica do estrogonofe brasileiro é o uso de molho de tomate misturado com o creme de leite. Além disso, é quase sempre servido com uma porção de arroz (branco ou à grega), enquanto que na Rússia era geralmente servido com batatas cozidas.


Existem várias explicações para o nome desse prato, presume-se que seja derivado do nome de algum membro da grande e importante família Stroganov, talvez Alexander Grigorievich Stroganoff ou Odessa ou o diplomata, Conde Pavel Stroganov.[2]. Outra versão diz que o nome do prato viria de uma rica família de Veliky Novgorod, próxima a São Petersburgo, de amigos de Voltaire e influentes junto a Catarina, a Grande. A iguaria teria sido criada no século XIX por um cozinheiro francês que trabalhava para essa família. Uma competição de 1890 é algumas vezes mencionada por ter "batizado" o prato, mas tanto a receita quanto o nome existiam antes desse evento.

 OUTRA VERSÃO DA ORIGEM DO "STROGONOV" - Prato de origem russa. Seu nome original é Strogonov. No século XVI, na Rússia, os soldados levavam sua ração de carne, cortada em nacos, em grandes barris, debaixo de uma mistura de sal grosso e aguardente para preservar. Coube a um cozinheiro do czar Pedro, o Grande, que era protegido do general Strogonov, melhorar e refinar a mistura. Com a Revolução de 1917 e a emigração dos russos brancos, a receita chegou a França, onde foi refinada, chegando a forma atual. 

Fonte: "Comida e Civilização" de Carson I.A.Ritchie


* Você vai precisar de:

1 cebola cortada bem picadinho
2 col. de sopa de azeite de oliva extra virgem
1 dente de alho descascado e cortado bem picadinho
1/2 pimentão vermelho cortado bem picadinho
3 tomates cortados em cubos 
200 gr. de champignos cortados em lâminas (para quem não gosta, pode substituir por palmito, milho...ou simplesmente excluir)
salsa a gosto em bem picadinha
700 gr. de patinho, ou coxão de dentro ou mesmo filé mignon,  cortado em cubos
1/2 copo americano de vinho tinto (eu não uso)
Sal  marinho a gosto
200 gr. de creme de leite (ou a gosto do freguês – iogurte, requeijão) - olha, sem frescura com o creme de leite, ok? Seja da lata, fresco ou de caixinha, BLZ!

Faça assim:

Aqueça o azeite. Coloque a cebola e o alho. Mexa e dê uma leve refogada.  Espere até ela ficar meio transparente ( não deixe queimar,por favor!) . Incorpore a carne, mexendo para fritar por igual (agora, seria a hora de adicionar o vinho e deixar ferver por uns 5 minutos). Adicione os pimentões e os tomates. Mexa e tampe a panela. O tomate vai liberar bastante caldo. Destampe e deixe secar um pouquinho. Adicione o tempero verde e o sal, tampe e deixe cozinhar uns 20-30 minutos em fogo baixo (enquanto isso, faça o arroz  e a salada). Após este tempo,  incorpore o champignon. Deixe mais 10 minutos. Destampe a panela e veja se tem muito caldo...se tiver deixe-a destampada e cozinhe mais um pouco para secar. Por último, desligue a panela e adicione o creme de leite. Desligar a panela é muito importante, pois se o creme de leite ferver, ele talha (isso vale também para o iogurte ou o requeijão!).

Bon Appétit !!!!
Por hoje é só, amigos!
Um beijo...e um queijo!!!